Lugares para visitar em Lisboa

Está aqui uma Região em Portugal que todos os brasileiros devem conhecer. Você irá se surpreender e emocionar. Os livros e aprendizados saltarão à sua memória. Para que você aproveite o máximo e conheça mais profundo a cultura e história portuguesa que influênciou o Brasil, segue aqui dicas e preços de bilhetes para lugares que você não pode deixar de ir ! Nós do Guia Brasil Portugal Europa Serviços de consultoria em viagem em Portugal, temos o prazer de informár-los com dicas e sugestões que deixe ainda melhor sua VIAGEM tão sonhada. Estamos á sua disposição, CONTATO (click).

Boa Viagem !

DICAS para conhecer:

TORRE DE BELÉM  

 A Torre de Belém é um dos monumentos mais expressivos da cidade de Lisboa. Localiza-se na margem direita do rio Tejo, onde existiu outrora a praia de Belém. Inicialmente cercada pelas águas em todo o seu perímetro, progressivamente foi envolvida pela praia, até se incorporar hoje à terra firme.
O monumento destaca-se pelo nacionalismo implícito, visto que é todo rodeado por decorações do Brasão de armas de Portugal, incluindo inscrições de cruzes da Ordem de Cristo nas janelas de baluarte; tais características remetem principalmente à arquitetura típica de uma época em que o país era uma potência global (a do início da Idade Moderna).
Originalmente sob a invocação de São Vicente de Saragoça, padroeiro da cidade de Lisboa, designada no século XVI pelo nome de Baluarte de São Vicente a par de Belém e por Baluarte do Restelo, esta fortificação integrava o plano defensivo da barra do rio Tejo projetado à época de João II de Portugal (1481-95), integrado na margem direita do rio pelo Baluarte de Cascais e, na esquerda, pelo Baluarte da Caparica.
A estrutura só viria a ser iniciada em 1514, sob o reinado de Manuel I de Portugal (1495-1521), tendo como arquitecto Francisco de Arruda.

Localizava-se sobre um afloramento rochoso nas águas do rio, fronteiro à antiga praia de Belém, e destinava-se a substituir a antiga nau artilhada, ancorada naquele trecho, de onde partiam as frotas para as Índias. As suas obras ficaram a cargo de Diogo Boitaca, que, à época, também dirigia as já adiantadas obras do vizinho Mosteiro dos Jerónimos.
Concluída em 1520, foi seu primeiro alcaide Gaspar de Paiva, nomeado para a função no ano seguinte.
Com a evolução dos meios de ataque e defesa, a estrutura foi, gradualmente, perdendo a sua função defensiva original. Ao longo dos séculos foi utilizada como registo aduaneiro, posto de sinalização telegráfico e farol. Os seus paióis foram utilizados como masmorras para presos políticos durante o reinado de Filipe II de Espanha (1580-1598), e, mais tarde, por João IV de Portugal (1640-1656). O Arcebispo de Braga e Primaz das Espanhas, D. Sebastião de Matos de Noronha (1586-1641), por coligação à Espanha e fazendo frente a D. João IV, foi preso e mandado recluso para a Torre de Belém.
Sofreu várias remodelações ao longo dos séculos, principalmente a do século XVIII que privilegiou as ameias, o varandim do baluarte, o nicho da Virgem, voltado para o rio, e o claustrim.
Classificada como Monumento Nacional por Decreto de 10 de Janeiro de 1907, é considerada como Património Mundial pela UNESCO desde 1983. Naquele mesmo ano integrou a XVII Exposição Europeia de Arte Ciência e Cultura.
[Origem (adaptado): Wikipédia, a enciclopédia livre]

Bilhete Individual: 6 €

Bilhetes em conjunto/combo: 

Descobertas: Mosteiro dos Jerónimos / Torre de Belém: TOTAL 12 €

Praça do Império: Mosteiro dos Jerónimos + Torre de Belém + Museu Nacional de Arqueologia: TOTAL 16 €

Jeronimos: Mosteiro dos Jerónimos + Museu Nacional de Arqueologia: TOTAL 12 €

Cais da História: Mosteiro dos Jerónimos + Torre de Belém + Museu Naciona de Arqueologia + Museu de Arte Popular + Museu Nacional de Etnologia + Museu dos Coches: TOTAL 25 €

Bilhete especial: 

Bilhete com idade igual ou superior a 65 anos (mediante comprovativo): 50%de desconto

Bilhete de Família: 50% de desconto para pais + filhos (a partir de 4 elementos)

Veja maiores informações no Site Torre de Belém 

MOSTEIRO DOS JERÔNIMOS 

Perto do local onde o Infante D. Henrique, em meados do séc. XV, mandou edificar uma igreja sobre a invocação de Sta. Maria de Belém, quis o rei D. Manuel I construir um grande Mosteiro. Para perpetuar a memória do Infante, pela sua grande devoção a Nossa Senhora e crença em S. Jerónimo, D. Manuel I decidiu fundar em 1496, o Mosteiro de Sta. Maria de Belém, perto da cidade de Lisboa, junto ao rio Tejo. Doado aos monges da Ordem de S. Jerónimo, é hoje vulgarmente conhecido por Mosteiro dos Jerónimos.
O Mosteiro é um referente cultural que não escapou nem aos artistas, cronistas ou viajantes durante os seus cinco séculos de existência. Foi acolhimento e sepultura de reis, mais tarde de poetas. Hoje é admirado por cada um de nós, não apenas como uma notável peça de arquitectura mas como parte integrante da nossa cultura e identidade.
O Mosteiro dos Jerónimos foi declarado Monumento Nacional em 1907 e, em 1983, a UNESCO classificou-o como “Património Cultural de toda a Humanidade”.
[Fonte: Mosteiro dos Jerónimos].

Bilhete 10 €

Bilhetes em conjunto: 

Descobertas: Mosteiro dos Jerónimos / Torre de Belém: TOTAL 12 €

Praça do Império: Mosteiro dos Jerónimos + Torre de Belém + Museu Nacional de Arqueologia: TOTAL 16 €

Jeronimos: Mosteiro dos Jerónimos + Museu Nacional de Arqueologia: TOTAL 12 €

Cais da História: Mosteiro dos Jerónimos + Torre de Belém + Museu Naciona de Arqueologia + Museu de Arte Popular + Museu Nacional de Etnologia + Museu dos Coches: TOTAL 25 €

Veja maiores informações no Site Mosteiro dos Jerônimos

PADRÃO DO DESCOBRIMENTO

Padrão do Descobrimento 

Bilhete 4 €

O edifício primitivo do Padrão dos Descobrimentos, que Cottinelli Telmo esboçou e Leitão de Barros e Leopoldo de Almeida deram forma mental e plástica, foi erguido em 1940 por ocasião da Exposição do Mundo Português. Originalmente, era constituído, na sua parte arquitectónica, por uma leve estrutura de ferro e cimento, sendo em estafe a composição escultórica formada por 33 figuras.
O monumento apresenta o formato de uma caravela, ladeada inferiormente por duas rampas que se reúnem na proa e onde se destaca, com 9 metros de altura, a figura do Infante D. Henrique. Ao longo das rampas encontram-se 16 figuras de cada lado, esculpidas com equilíbrio e rigor, onde o dinamismo e o movimento dos corpos se projectam no sentido do rio Tejo, e que representam uma síntese histórica de vultos ligados direta ou indiretamente aos Descobrimentos.
O ano de 1960 representa um marco nas Comemorações Henriquinas, que teriam como pontos principais os locais onde outrora o Infante viveu.
Em Belém, reergueu-se o Padrão dos Descobrimentos em betão revestido de pedra rosal de Leiria, com o fito de ser o rosto visível das Comemorações do 5º Centenário da Morte do Infante.
No âmbito das referidas Comemorações, o monumento é inaugurado a 9 de Agosto de 1960.
[Fonte: EGEAC Padrão dos Descobrimentos]

 

ARCO DA AUGUSTA

O Arco da Rua Augusta é um arco triunfal situado na parte norte da Praça do Comércio, sobre a Rua Augusta, em Lisboa, Portugal. De estilo neoclássico, este majestoso Arco funciona como uma Porta para o Mar e Porta para a cidade até mesmo para EUROPA. A vista de lá e de tirar o folêgo, pois se tem a vista sobre O Rio Tejo e a Cidade de Lisboa em 360º.

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ARCO DA RUA AUGUSTA – Lisboa 360º

*Bilhete 2.50€ Crianças até 5 anos é free. Aberto todos os dias das 9:00 ás 19:00.

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ARCO DA AUGUSTA

Arco Triunfal da Rua Augusta [espetáculo luminoso] 

SITUADA na Praça do Comércio, Lisboa Portugal

A Praça do Comércio, mais conhecida por Terreiro do Paço, é uma praça da Baixa de Lisboa situada junto ao rio Tejo, na zona que foi o local do palácio dos reis de Portugal durante cerca de dois séculos. É uma das maiores praças da Europa, com cerca de 36000 m² (180m x 200m). É o centro da cidade de Lisboa, bem como a sua principal praça.
Em 1511, o rei D. Manuel I transferiu a sua residência do Castelo de São Jorge para este local junto ao rio. O Paço da Ribeira, bem como a sua biblioteca de 70 000 volumes, foram destruídos pelo terramoto de 1755. Na reconstrução, coordenada por Eugénio dos Santos, a praça tornou-se no elemento fundamental do plano do Marquês de Pombal. O Complexo Ministerial com arcadas que circunda a praça, albergam parte dos departamentos dos Ministérios do Governo Português e ainda o famoso café Martinho da Arcada, o mais antigo de Lisboa, e um dos preferidos de Fernando Pessoa.
Após a Revolução de 1910 os edifícios foram pintados a cor-de-rosa. Contudo, voltaram recentemente à sua cor original, o amarelo. O lado sul, com as suas duas torres quadradas, está virado para o Tejo.
No centro da praça, vê-se a estátua equestre de D. José, erigida em 1775 por Joaquim Machado de Castro, o principal escultor português do século XVIII. Ao longo dos anos, a estátua de bronze ganhou uma patina verde. No lado norte da praça, encontra-se o Arco Triunfal da Rua Augusta, a entrada para a Baixa. A área serviu como parque de estacionamento até à década de 1990, mas hoje este vasto espaço é usado para eventos culturais e espectáculos.
[Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre].

ESTE E OUTROS LUGARES DE VISITAÇÃO, ESTARÃO A SUA DISPOSIÇÃO NA CONSTRUÇÃO DE SEU ROTEIROS.

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